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segunda-feira, 2 de abril de 2012
Entrevista com a G-Unit. Tony Yayo e Lloyd Banks
- Entrevista feita no dia 26/05/2008 -
Parabéns pelo seu segundo álbum, Terminate On Sight. Yayo como você se sente
por está nesse álbum?
Tony Yayo: Obrigado... Eu me sinto ótim. Beg For Mercy foi um álbum que vendeu 3milhões
de cópias em todo mundo. Eu era feliz até por ter minha foto lá enquanto eu estava preso, você sabe
o que quero dizer. 50, Banks, Eminem e todo mundo me prenderam (rsrsrs). Mas eu estou muito Feliz.
Buck era parte do primeiro ábum. Como será sua saída? Vai abalar muito o grupo?
Yayo: vai ser melhor para mim (risos). Quero dizer, isso é apenas mais um espaço no álbum para mim,
e por que isso é muito bom para mim. Tipo... a saida de Buck não está me afetando, eu olho para o Buck como... como um pedido de respeito ao Buck.
Com todas as dificuldades que vocês enfrentaram recentemente, que tipo de lições de vida você tira dessas experiências e como elas afetam você
quando você pisa dentro do Estudio de gravação ?
Banks: Não é bem uma lição. A parada é com meus pais, isso é algo que está me comprometendo - Sempre querendo está perto deles. Qualquer coisa que você faz por um determinado tempo, acaba se tornando um hábito. OS dias tem 24 horas, mas o nosso passa 12 horas por dia, é muito rápido. Os problemas acabam afetando você, e cada um tem o direito de se manifestar. Algumas pessoas conseguem lidar com ela, vai para fora tomar um ar ... falar merdas. Mas algumas coisas tem que ficar apenas no pessoal. Minha mãe acabou de sair do hospital depois do acidente de carro que ela sofreu. Ela bateu a cabeça que rachou o crânio em dois lugares, então ela vai ficar um bom tempo de cama.
Desculpe por ter feito essa pergunta.
Banks: Está tudo bem. A parte mais foda realmente foi na África, um dia antes do meu aniversário. Então... tudo isso acaba acontecendo ao mesmo tempo e é dificil lidar com a mídia. É avidente que nunca saberemos quando as coisas vão acontecer, então eu tenho que lidar com isso, Mano, eu deixo isso só comigo.
Obviamente, você estava passando por momentos difíceis e tendo sucesso ao mesmo tempo. Você já pensou em tirar umas férias ?
Banks: Eu nunca fiquei um periodo de férias. Já tive em lugares maravilhosos mais não ao ponto de tirar um descanço, não tou mentindo. Pra onde quer que nois vamos, nós temos algo para fazer ou algo acontecendo e nois fazemos o melhor. Nunca tirei 5 dias ou 4 para dar uma relaxada. Nós fica no estúdio a maior parte do tempo. As pesssoas não entendem. Eu acho que sucesso eo sentido do negócio vai junto com a G-Unit, oprime e ofusca o amor que temos com a música.
Hip-Hop Sempre teve competição, mas por que você acha da G-Unit ser chamada de uma marca mais forte que as outras ?
Tony Yayo : Hum, é assim que ficou, G-Unit Vs O Mundo. Quero dizer que foi a partir que o Ja Rule estava tentando tirar o 50 Cent da midia. Eu o 50 e Banks, já estamos acustumados com essas paradas. Eu gosto assim.
Qual é a parte melhor ea pior de estar na G-Unit ?
Tony Yayo : Para mim não há pior parte. mas ás vezes eu sinto que as pessoas... - Um, como eu estava dizendo ?
Realmente, não há pior parte de estar na G-Unit. estou em um caminho a prova de bala, E no volante eu estou com um caminhão de 400.000 dólares todo envenenado, se alguém atirar em mim eu vou estar seguro.
Vamos falar sobre o título do álbum (Terminate On Sight). Quem o escolheu ?
Banks: Todos nós veio com o título. Era um monte de nomes, como "Lock And Load", "Shot to Kill", mas não foram amigável o suficiente para ser vendido nas lojas. Assim, nós viemos com o Terminate On Sight.
Terminate On Sight é amigável ?
Banks: Não, mas é mais amigável do que Shoot To Kill. Você sabe, TOS é uma maneira inteligente para colocar, mesma forma Beg For Mercy não era bonito ou agradável.
Uma coisa que sempre tem na sua geladeira ?
Tony Yayo: Leite. Eu sempre tenho leite na minha geladeira, por que as crianças comem cereais o tempo todo.
Banks: Eu tenho de tudo na minha geladeira. Vovó sempre faz refeições e outras coisas.
Sushi ?
Banks: Não, eu não como nada que não esteja cozido. Eu não sou tão velho ainda, O mano.
Entrevista feita no dia 26/05/2008
Tradução: Nathan_NTN
Eminem & Royce Da 5'9 da Entrevista ao Lollapalooza 2011
Depois de parar nas capas da revista Rolling Stone, Os Grammy, Oscar, entrevista ao 60 Minutes e muitos sucesso no ano de 2000, é dificil de imaginar Eminem, um garoto faminto em Detroit, apresentando sua Demo.
Bom, ao menos que você assista 8 Mile. Mas que as vezes é muito esquecidos na história de Marshall Mathers, é que ele tinha um grupo antes do Dr. Dre tirar ele da escuridão.
Marshall Mathers Formou Bad Meets Evil, com seu companheiro de Detroit, "Royce Da 5'9" . A dupla tava um tempão parada até o seu recente lançamento do EP, Hell The Sequel.
Como Vocês se conheceram ?
Eminem: Não me lembro o inícil. Então ...
Royce: Eu me lembro, minha memória é melhor que a dele, e minha memória é realmente Foda é terrivel. Eu estava abrindo um Show para o Usher... foi em 97. Eminem tinha umas fita que estava vendendo na feira, o EP Slim Shady.
Eminem: Eu tinha uma barraquinha que criei.
Royce: Sim, ele tinha uma barraquinha. Meu gerente nos apresentou. Eu tinha ouvido falar dele, mas ele nunca tinha ouvido falar de mim antes.
Quais foram suas primeiras impressões de um com outro ?
Royce: Eu pensei que ele era firmeza pra caramba, cara.
Eminem: Não gostei do Royce. E ainda não ... Zuera. Bad e eu temos personalidades muitos semelhantes, um senso de humor parecido. Quando nois tavamos juntos, gostavamos de brincar. Era uma das coisas que faziamos juntos para esfriar a cabeça. Dentro de uma semana mais ou menos, eu fui em um dos seus estúdios e nós fizemos um disco que acabou se chamando "Bad Meets Evil."
Royce: Ele apareceu no estúdio por conta própria, e eu achei muito legal.
Por quê? Vocês esperava uma comitiva ?
Royce: Não sei. Eu só sei que ele nunca chegou a lugar nenhum sozinho. Ele é muito solitário.
Eminem: [ Risos ] Eu ia em uma pah de lugar por conta própria.
Eminem, que ganhou reputação em batalhas de rap. Você batalhou contra um monte de MC's de Chicago. Algus dele fica se "gabando" até hoje, " uma vez eu batalhei com Eminem ! " o que você lembra sobre essas competições ?
Eminem: Tento olhar para trás, tento pensar em voltar. Só que toca um "barulhinho", que eu já batalhei com o Juice. o Juice tinha uma boa reputação na cidade e qu foi uma das primeiras coisas que eu tinha aprendido quando fui para ..... Eu tinha escrevido antes. Em janeiro eu estava em Ohio, não é ?
Sim, foi em Cincinnati.
Eminem: Sim, então eu fui para Cincinnati eo nome Juice estava na boca da galera.
As pessoas já falavam sobre ele antes que eu sequer tinha ouvido falar dele.
Quan eu ouvi, era como: " Uh nossa. O cara é bom." Eu não me lembro como foi a batalha, mas acho que foi uma batalha de dupla na época ou foi um desempate ou alguma merda assim, mas depois ele tiraram os microfones fora, porque nós mativemos a subordinação.
Qual o seu momento favorito no EP Bad Meets Evil ?
Eminem: Houve muitos momentos engraçados fazendo essas músicas, eu dava uma determinada linhas para rimar. Era Loucura. Eu era uma espécie de pau.
Royce: Sim, você era. [Em ri] Eu tinha que rimar com frambagem e luvas de forno.
É mais difícil trabalhar em festival gigante, multidão ?
Eminem: Bem, os festivais são, quero dizer, bastante novos para mim. Eu acho que eu tenho feito alguns deles antes ? Como o album Recovery ? acho que alguns anos atrás, em meus dias mais nebulos. [ Risos]
É uma loucura de olhar lá fora e ver muitas pessoas
Você já pensou em pular na galera ?
Eminem: Eu parei de ficar pulando no meio da multidão há alguns anos atrás, quando eu pulava na multidão eu subia quase pelado. Você sabe, eu pensei, eu não vou fazer mais isso novamente. Fui é cortei essa porra !
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Eminem e Royce Da 5'9
Entrevista Lollapalooza´s Music Unlimited.
Sábado 6 às 8:30 pm.
Revista XXL: Obie Trice fala sobre novas música e Eminem [Entrevista]
O ex MC da Shady Records que já foi baleado na cabeça em uma avenida de Detroit no dia 31/12/2005.
Apenas 4 meses depois, seu amigo Proof foi morto durante uma briga em uma boate de Detroit, na 8 Mile Road.
Em 2008 sua parceria com a Shady Records fracassou. Então, em junho, cerca de um ano após o lançamento de sua própria gravadora, a Black Market Entertainment.
Qual é sua situação atual?
Obie Trice: Black Market Entertainment. Essa é minha gravadora. Fiz um álbum, Buttoms Up no dia 17/01/2012. Eu estou pronto para fazer minha próprias paradas, to pronto para agir.
Você foi conhecido como MC lírico. Existe alguma coisa em Bottoms Up que tá para sair ?
Acho que as pessoas que conhecem minhas músicas está indo para apreciá-la. Estou fazendo boas músicas. Eu tenho Dr. Dre na produção, Eminem na produção e que também está gravando comigo.
É apenas boas músicas para que as pessoas possa apreciar.
Você mencionou que Eminem vai tar no álbum e é caracterizado em músicas com você ?
"No Turning Back" é uma, e a outra também.
Assim, poderia haver duas participações ?
Ou poderia ser mais. [Eminem] Meu mano. Você sabe como ele é. Você acabou de fazer a música até que é hora de entregar.
Quando você fala com Eminem, ele te dá conselhos sobre a sua situação independente ?
É ele dá mais é umas dicas. Passo noites em sua casa, minha filha brinca com a filha dele. temos uma relação muito boa. Por ele me dá conselhos, eu só vou levar por que você está falando de uma pessoa que vendeu muitos discos, apesar da cor de sua pele.
Ele é um animal da música. Eu aprecio Eminem sempre por ele ter me dado umas oportunidade e fazer com que meu nome seja uma marca e ser capaz de fazer o que eu amo.
Eu ainda tenho meu querido Eminem, eu ainda tenho meu querido Dre. Todo mundo ainda é muito foda comigo. É apenas uma decisão empresarial que Jimmy fez.
Beleza. Você é um garoto de Detroit por completo. Como você sente a relação de Royce Da 5'9 e Eminem, os dois esmagando a rivalidade e lançando um EP de sucesso ?
Sou um grande fã do Slaughterhouse e do Royce Da 5'9. Sempre fui um grande fã do Royce. Royce é um cara Lírico e é bom as pessoas retornar uma com a outra, porque a maioria das vezes isso não acontece. Acho que eles fazem uma bela dupla. A química entre Royce e Em é muito foda.
É sempre bom ver irmãos da mesma cidade fazendo as coisa juntos.
Veja a entrevista completa aqui: www.xxlmag.com
Entrevista: Eminem e Yelawolf [VIBE Magazine]
Depois que as fotos foram tiradas, Yelawolf sentou-se dentro de um trailer, de uma forma meio desajeitada em uma cadeira baixa. Eminem está próximo, inclinado para frente com os cotovelos sobre seus joelhos; o boné cobrindo seus olhos. Ele tem um símbolo de diamante que significa sobriedade pendurada em seu pescoço. Quando ele fala, espia por debaixo da aba do seu boné para fazer uma observação.
Essa é a primeira entrevista dos dois juntos, Yelawolf dirá mais tarde com entusiasmo. Naquele momento Eminem estava louvando seu novo ‘protégé’, um parceiro que por acaso também é branco.
“Claro que ele é branco” Eminem começa. “Mas eu estou escutando o que ele está dizendo e como está rimando, e ele não se parece com nada que eu havia ouvido antes. Ele não age como um rapper que quer parecer como eu ou como outro qualquer. Ele tem um som raro em sua voz, em seu delivery.”
VIBE: Você vem construindo a nova Shady Records desde que assinou com o Slaughterhouse. Como o Yelawolf se encaixa em sua versão global da Shady?
EMINEM: Não tenho certeza se há uma visão definida. Desde que eu passei por um assunto pessoal, depois de começar a ficar limpo, nosso único plano era restabelecer o selo. E eu tenho a fé de que ‘Yelawolf’ será um grande nome. Isso sempre foi empolgante para mim, porque eu amo demais o Hip-Hop a ponto de trazer novos artistas e ajudá-los a chegarem onde querem. Mas também é quase como se eu sentisse que estou ajudando o Hip-Hop.
Você mencionou sobre se tornar limpo. Você está completamente limpo nesses tempos em relação à álcool e drogas?
EM: Exceto pela Heroína que injetei essa manhã. Exceto isso, estou limpo. [Risadas]
Enquanto você está limpo, Yelawolf fuma maconha e...
YELAWOLF: Não, não fumo.
Eu ouvi você dizendo isso na sua música.
YW: Eu comecei a fumar maconha com 11 anos. Aos 12, eu usava pó. Aos 13 no ácido; aos 16 estava vendendo êxtase na escola. Não era porque eu me sentia bem, era porque eu era um lixo. Era chamada de balinhas de chocolate, e tinha heroína dentro. Eu levava isso para a sala de aula. Eu estava pegando muito pesado nas drogas, e tive uma esperiência ruim que durou por meses.
O que aconteceu quando você teve essa longa experiência?
YW: Você passa para o outro lado. [Risadas] Bom, eu fiquei para o lado da minha avó em Gadsden (Alabama) por um bom tempo. Usei algumas drogas diferentes, e eu tive uma experiência ruim que durou por alguns dias. Depois, eu dei uma parada e meu parceiro disse que cogumelos não eram o mesmo, então nós fomos a um pasto, pegamos a parte superior dos cogumelos e as misturamos com chá doce. Mas parei.
Como você se via e se sentia durante todos aqueles meses?
YW: Eu estava tendo alucinações ataques de ansiedade. Suicida. Tipo, eu não poderia viver do jeito que me sentia. Depois disso, eu não fiz merda por anos. Eu bebi água. Não fumei. Não fiz nenhum tipo de merda. Depois, eu comecei a beber um pouco, e em seguida, bastante. Eu tentei fumar maconha. Mas ela traria de volta a ansiedade. O por quê de eu sentir que tenho o direito de falar sobre isso, é porque eu fiz. Minha mãe continua fumando maconha até hoje. Eu tenho fotos minhas de quando eu tinha 5 anos de idade, em que eu estava ao lado de uma plantação. Mas eu nunca disse em uma música que eu fumo maconha.
Como você está lidando com isso tudo agora?
YW: Eu bebo, e tento ficar sóbrio. Na noite anterior da gravação de ‘Hard White’, eu briguei com um cara em um bar, e joguei minha cerveja toda nele. Eu realmente perdi a cabeça.
EM: Uma história bem familiar. [Risadas]
Você já usou muitos alucinógenos também?
EM: Não. Muito Valium. E Ambiem. Nenhum desses dois são alucinógenos. Ambiem é como um apagador de memória. Eu lembro que eu estive na TV por algumas vezes, e não lembrava que eu havia ido.
Yelawolf, você se juntou com Kid Rock em ‘Let’s Roll’. O que você lembra sobre quando o conheceu pela primeira vez?
YW: Eu sempre soube que haveria comparações quando comecei. É com isso que você lida estando com o Marshall e com o Kid Rock.
Você está dizendo que o fato de vocês serem brancos, sempre haverá comparações?
YW: Bom, logo no início, sim. Mas culturalmente, eu estava fazendo uma conexão com eles dois. Com o Kid Rock, era o país, sua conexão com a NASCAR, a rebeldia, o lado do selvagem garoto caipira. Meus tios são desse jeito. Eu cresci nesse mundo. No lado do Hip-Hop, Marshall trouxe isso. Eu senti que como se eu estivesse compartilhando elementos de cada um. Eu disse uma vez: “Um dia, quero conhecer os dois.” Juro por Deus. Eu coloquei isso na minha cabeça, e eu quis fazer isso acontecer. Eu não tinha idéia de que eu iria acabar na Shady, ou que eu iria um dia estar com o Marshall na casa do Kid Rock. Então isso foi surreal.
Então, quando você chegou (Na casa do Kid Rock), o que você viu?
YW: Quando chegamos, o Bob (Kid Rock) estava em um carro de golf do Waylon Jennings. Nós entramos e havia dois canhões em frente à sua casa. Vários artefatos americanos clássicos. Cartas do Johnny Cash em suas paredes. Pedaços de suas histórias em sua casa de shows, onde ele fazia abertura para o Too Short. Eu e o Marshall jogamos bola, e a propósito, eu ganhei.
VIBE: Então vocês estavam jogando basquete?
YELAWOLF: Você vai me deixar responder essa?! [Risadas]
EMINEM: Escute, vou deixar o leitor descobrir se ele está dizendo a verdade sobre quem ganhou.
Então ele ganhou de você, Yelawolf, como estavam jogando?
YW: Estávamos jogando 21*, e meu tornozelo estava machucado. (*’21’ é uma variação popular do basquete de rua. O jogo termina, claro, quando um jogador faz 21 pontos)
EM: Agora vêm as desculpas.
Foi muito feia a derrota?
YW: Eu cheguei perto, eu estava com o jogo na mão até o final, mas ele virou o jogo.
EM: Sim, ele chegou perto. Fez 4 pontos.
Kid Rock não jogou?
EM: Ele estava fazendo churrasco enquanto jogávamos.
YW: O Kid Rock não ganhou de você de chinelos?
EM: Você realmente quer que essa gravação vaze. [Risadas] Não, ele é bom. E não vou mentir, ele fez um grande ponto. Ele sabe jogar.
YW: Basquete, sabe... Esse cara tem uma fome de ganhar. [Apontando para o Eminem] É incrível, mas também muito divertido.
EM: Eu diria que sou uma pessoa bem competitiva.
Além de vocês dois serem rappers brancos que levaram suas qualidades a sério, o que mais vocês têm em comum?
EM: Houve uma vez na qual ele estava me contando uma história sobre quando era criança e teve um acidente de carro. Isso me deixou louco.
YW: Eu estava com a minha mãe quando o carro capotou. Eu tinha 5 anos de idade, mais ou menos. Eu e o Marshall éramos da mesma idade, e estávamos nós dois com nossas mães. Mas entrar num carro em ruínas era uma coisa. Outra coisa era o caminhão.
EM: Essa foi a parte mais louca. Eu lembro do nosso carro capotando. Minha mãe e eu estávamos na entrada de acesso à rodovia. Aquilo foi muito traumático. Eu me lembro que olhei pela janela traseira e vi um caminhão. Eu pensei que aquilo iria nos acertar. Pensei que iríamos morrer. E isso me deixou louco, porque ele passou pela mesma coisa.
YW: É, a mesma coisa. Um caminhão. Essa coincidência foi tão estranha que tive de ligar pra minha mãe para deixá-la terminar a história. Porque parecia que eu estava mentindo apenas para ter a mesma história dele. Pra você ver como isso tudo foi estranho.
Vocês dois também se mudaram bastante quando jovens, tanto de escola, quanto de casa. Vocês reconhecem isso na música um do outro?
YW: Muitos fãs têm essa relação com a vida do Marshall. A história das brigas é universal. Você não precisa literalmente viver aquilo para entender, mas muitas crianças estão na mesma situação. Eu vi 8 Mile quando estava em Gadsden (Alabama). Eu não cresci na atmosfera das batalhas de Hip Hop, mas o estilo de vida era parecido em muitas maneiras. Eu estudei em 15 escolas diferentes. A mãe solteira que era super rock n’ roll com seu namorado caipira. Eu tive de lidar com caipiras filhos da puta que não entendiam o por quê de eu amar o Hip Hop.
Eminem, qual conselho você oferece por ele estar sendo analisado por também ser um rapper branco? Vocês já falaram sobre sua cor nesse sentido?
EM: Fazemos brincadeiras sobre isso, mas eu não acho que eu devo falar muito sobre. Quando estou escutando a música, não penso em nenhuma dessas merdas. É apenas a música. Essa é uma das grandes coisas sobre isso. Eu nem penso nisso quando estou escutando a música.
YW: Nós fazemos essas brincadeiras porque é engraçado. Tipo, ele me chama de ‘Cachorro Branco’.
Ah, você o chamou disso na Cypher do BET Awards! Eu não percebi que era uma brincadeira.
EM: É, ou Carneiro Bege [Risadas]
YW: Que seja. Não é algo combinado.
EM: Nós já lidamos com isso o suficiente, agora vamos fazer música.
YW: Vamos fazer grandes músicas. No final do dia, é tudo o que há para fazer.
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Fonte: www.shady.com.br
Young Buck Fala Um Pouco Sobre A G-Unit [Entrevista 2007]
Young Buck tem se destacado na mídia pelos rumores de uma possível desentendimento com a sua banca, a G-Unit. O rapper tem sido alvo de constantes especulações, sendo a última delas um suposto ataque dele aos seus parceiros de G-Unit, durante um show em Atlanta. Tudo indica que a mídia tem interesse de traçar um paralelo da relação Buck vs. 50 com a relação Cam'ron vs. Jim Jones. Mas Buck promete que nada está acontecendo... Na entrevista a seguir, Buck fala, dentre outra coisas, sobre G-Unit, política e sobre a queda nas vendas do Hip-Hop.
Você pode esclarecer os rumores sobre o que você disse sobre 50 cent e Vitamin Water recentemente?
Eu não falei "foda-se a G-Unit." Eu realmente não sei de onde vieram esses rumores, como isso veio a tona, porque eu não falei nada disso. De onde quer que tenha vindo este rumor, eu esclareço e digo, eu não mandei a G-Unit se fuder. Eu não falei nada sobre "foda-se a G-Unit e a Vitamin Water." Eu não ganhei nenhum dinheiro da Vitamin Water, isso é coisa do 50.
Foi aí que começou? Você fez algum comentário sobre isso?
Eu acho que o boato teve início no palco, quando eu disse, "50 não me deu nada daqueles quatro milhões que ele ganhou da Vitamin Water, então não me perguntem sobre isso." Mas daí ter falado foda-se a G-Unit... Não mano, de maneira alguma.
Apenas para terminar estes rumores, está tudo bem?
Sim, tudo 100% mano. Eu tenho a Cashville Records, contratei os Outlawz, C-Bo, meu grupo 615; meu álbum está bem. Está quase pronto para ganhar certificação de ouro.
Cadê o Lloyd Banks?
Ele está malhando que nem um filho da puta. Ele está tipo, "Hey mano, estou voltando, estou tentando ficar maior que o 50 Cent." Ele está trabalhando fora e em estúdio. Banks está de boa. Ele fez as pessoas sentirem a falta dele, então, quando ele voltar, as pessoas irão adorar e aproveitarão o seu trabalho.
A G-Unit está bem mano. Toda banca tem seus altos e baixos. Mas o poder da banca é a força nos números. Se você tem uma gangue de malucos falsos você não terá problemas. Mas se você tem uma gangue de malucos verdadeiros juntos, você acaba batendo cabeça, não concordando em tudo e todas essas paradas. Mas como eu disse, nós continuamos sendo os mesmos malucos desde a época em que começamos no jogo. Durante todo ódio e tretas, nós continuamos nessa porra. Fortes como nunca.
Muita gente quer que seu próximo single seja "“Slow Ya Roll.” O que fez você escrever essa letra?
A vida real. Todas essas coisas que digo nas músicas são verdadeiras. Minha tia descobriu que tinha AIDS; ela está trancada, está morrendo. Quando eu digo, "Encontraram meu sobrinho, ele não tinha mais carne, apenas osso," estou falando a verdade. Fazendo músicas baseadas na experiência do dia-a-dia. Eu trabalhei com Chester Bennington, do Linkin Park, porque fiquei sabendo que muita gente fora do ambiente de onde venho, o gueto, a quebrada, está em sintonia com o Buck, tá ligado? Eu gosto de fechar com aqueles que fecham comigo. O público do Linkin Park é grande, eu fiquei surpreso por ele querer fazer algo comigo, mas ele fez, e virou um hit.
Qual a sua posição sobre essas pessoas que estão criticando o Hip-Hop neste momento?
Bem, eu acho que alguns dos nossos políticos são as pessoas mais hipócritas que temos na América. Opinião é que nem bunda, cada um tem a sua. Eles não podem julgar a vida que vivemos nos dias de hoje porque as coisas mudaram muito. Então se você realmente não tem conhecimento sobre o que acontece em nossa quebrada, ou de onde aquele artista realmente veio, o que ele teve que atravessar na vida dele, é muito difícil julgá-lo.
Eu acho que muitos desses políticos são grandes grupos também, porque perseguem as luzes, perseguem as câmeras, e querem sempre ficar em evidência para publicarem seu ponto de vista. Algumas dessas pessoas que falam mal do Akon provavelmente tem o CD dele no carro, tá ligado? Essas pessoas também são seres humanos, e mesmo que não sejam fãs de nossa música, eles tem sobrinhos, sobrinhas, jovens em sua família, que certamente não concordam com as coisas que eles dizem sobre alguns artistas. Estou aqui para botar na cabeça deles que eu represento os prisioneiros políticos. Eu não represento o lado político que é representado hoje. Nossos políticos precisam saber que temos direitos. Eu não considero todos eles como verdadeiros líderes, porque muitos traem suas mulheres e cometem uma série de erros, e então escrevem uma nota dizendo o que temos e o que não temos que fazer.
O que fez você assinar com os Outlawz?
Eu e C-Bo sempre tivemos uma boa relação nas ruas, antes mesmo que eu tivesse contato com o microfone. Quando conquistei a posição de fazer minhas próprias coisas ele foi um dos primeiros que contactei. C-Bo era o rapper preferido de 2pac. Ele sempre fez essa conexão com os Outlawz depois da morte do Pac, e ele era tipo: "Mano, os Outlaws realmente querem fazer parte do que estamos fazendo." Eles me assustaram um pouco quando me disseram que faço algumas coisas parecidas com o que 2pac fazia.
Eu quero fazer a mesma coisa que Pac fez enquanto esteve aqui, fazer algo perfeito. É uma honra fechar com os Outlawz, porque eles estão no jogo antes de mim. Eu não me sinto como um CEO, apenas me sinto como um maluco que tem um time.
O que você procura quando escolhe batidas?
Eu deixo a música me pegar. Estou ouvindo algo que possa combinar com o que estou sentido quando entro em estúdio, porque eu não tenho raps prontos. Eu apenas vou pra lá ouvindo a música. Não procuro nada específico. Se quero uma música de festa tento algo com o 808 drum. Você não pode ir pro Sul sem uma porra de um 808. Se você quer sair daqui e fazer sucesso no sul tem que ter um 808 na sua música.
Eu venho produzindo, é uma parada secreta. Eu produzi três/quatro faixas do meu primeiro projeto, uma compilação. Eu tenho vendido um monte de faixas para vários artistas, então poderei chocar muita gente quando eles souberem quem fez.
Qual tipo de equipamento você usa?
Uso um pouco de tudo. MPC 3000, 4000, vários módulos de som. Várias paradas diferentes mano. Eu venho pegando muitos drum kits do Sha Money e do Dre também.
Muita gente está comentado sobre a queda de vendas que o Hip-Hop vem atravessando. Por quê você acha
que as vendas despencaram?
Eu acho que muitos artistas estão fazendo seus fãs de bobo, mas os fãs não são mais bobos. Vários artistas fazem seus fãs de bobo quando lançam um álbum com duas ou três faixas que prestam, e fazem seus fãs gastarem $15, $20 pelo álbum. Os fãs começaram a ficar espertos, e é aí que começam a recorrer aos
downloads e a internet, tá ligado?
Eu acho que muitos artistas se fudeu por lançar lixo. Eu acho que os mesmos fãs que compram meu bootleg voltam pra comprar meu álbum. Eu realmente não penso sobre vendas na hora de entregar um álbum. Apenas me concentro em fazer um álbum clássico que possa tocar pra sempre.
Entrevista D12 com a revista XXL [2004]
Ser associado tem suas vantagens. Ainda mais quando o seu clube tem a performance mais vendida no Hip Hop. Então você pode esquecer de todas as placas de platina, porque tudo que o grupo do Eminem, o D12, quer é pouco de respeito porra.
O telefone toca e a secretária eletrônica atende: "Deixe o seu nome e seu telefone após o beep e nós vamos te mandar um pouco de doces e dois livros sobre o Mês da História dos Negros. Qualquer pessoa que quer escrever poemas ou me mandar qualquer discurso, você pode me encontrar no 17305 Rosa Parks Blvd."
Bem-vindo a secretária eletrônica do Bizarre. Bizarre está no D12. E dentro desse louco, mundo virado, do grupo, qualquer coisa pode, e normalmente, acontece. Vocês estão avisados.
[O tempo] tá fechado e chovendo. Nem parece que é sexta-feira enquanto você dirige um caminhão novinho alugado pela estrada para um estúdio indescritível em um subúrbio. Adequadamente, o rádio toca "Stan".
Cobertura das notícias locais hoje foca diretamente no enterro de dois jovens policiais matados enquanto em serviço. A outra grande história é inédita, hoje à noite no Palace of Auburn Hills, do mais novo Detroit Piston, Rasheed Wallace.
Dentro do espaço seguro para trabalho, jogos old-school de fliperama estão alinhados contra a parede. Do outro lado do quarto, uma pintura da hora de uma boneca inflável nos encara com um olhar bem vívido. Tem arte caseira também, tudo ao redor do lugar. Fotos de xerox brutas, humores de escritório, cabeças de pessoas coladas em fotos de corpos de outras pessoas. A maioria das cabeças pertence a um rapper loiro bem conhecido.
Três do Dirty Dozen [Dúzia Suja] já estão aqui. Swift, vestido de preto igual um ninja, toca no assunto sobre a descrição, que está na mente do Method Man, do Inspectah Deck: Ele está "em algo de tipo agora-você-o vê, agora-não-vê", um cara, meio que tranqüilo. Kuniva fala com um sotaque meio country [caipira], e vocês podem imaginar ele sendo um delicado filho da puta com as mulheres. Kon Artis é um cara aguçado que tem habilidade com dispositivos. Ele costuma estar nos boards, olhando os monitores das câmeras de segurança ou ocupado se preocupando com sua indecisão.
Bizarre é o próximo que aparece. O rapper gordo que todos chamam de Bizzy é inquestionável, um dos caras mais doente e esquisito que põe sua genuidade em prática (ou na fita da secretária eletrônica). Em pessoa, pelo menos, ele fala baixo. É uma viagem saber o quanto esse cara é normal. Logo depois, Slim Shady chega com uma roupa vermelha da Nike, óculos e uma atitude de vamos-resolver-os-negócios.
Todos estão aqui menos o Proof. Não deveria ser uma surpresa que ele esteja atrasado. Ele acabou de sair da prisão, por causa de um processo que levou do lado de fora de um clube de strip em Dearborn, subúrbio de Detroit, porque estava bêbado. (Ele levou o processo por agredir um policial e por se negar a ir preso). Ele ainda deve serviço comunitário, sessões psicológicas e liberdade condicional. Talvez a entrevista deva começar sem ele.
O novo cd do D12, o D12 World, está pronto. Mas a questão continua: O mundo está preparado para o mundo do D12? Apesar de ter vendido dois milhões de cópias do Devils Night de 2001, os seis MC's insistem dizer que eles ainda têm algo para provar, que eles merecem ser reconhecidos como uma equipe legítima, diferentes de apenas uma estrela e uma coleção bem-paga de homens feras.
Esse é um momento estranho na América. Uma nação de maníacos de esportes parecem não se importar com os closes do pescoço de peru do cantor de 72 anos do Aerosmith, mas todo mundo engasga com suas fritas de liberdade quando a Janet Jackson mostra um de seus peitos no intervalo do evento do Super Bowl XXXVIII. Com a FCC lançando um novo ataque para "indecência" em entretenimento, o que isso significaria para o grupo D12?
Hmmm. Vamos dar uma olhada mais próxima ao mundo da Jantes, vamos?
XXL: JANET JACKSON MOSTROU SEU PEITO NO SUPER BOWL E AS PESSOAS FICARAM SURPRESAS. ESSE RECENTE MOMENTO CULTURAL AJUDA OU PREJUDICA O D12?
SWIFT: O peitinho da Janet Jackson não prejudica. [Risos]
SLIM: Eles não mostraram o suficiente.
BIZARRE: Você viu o close que deu? Aquela porra era asquerosa, também.
SLIM: Eu acho que aquela porra prejudica sim. Vai foder com a música por um minuto, diante vídeo clipes e o que as pessoas sabem fazer.
BIZARRE: Mas a Lil' Kim foi para o Grammys com sua porra pra fora, só uma florzinha no peito.
KUNIVA: Eu acho que você tem que ter seus peitos cobertos.
BIZARRE: Eu acho que a Janet Jackson é vista de um modo para ser muito mais do que um ídolo.
SLIM: Não, eu acho que foi porque tinha muitas crianças assistindo o Super Bowl. Que talvez seja o motivo que eles ficaram tão apreensivos sobre isso. Dá um desanimo nas coisas por um minuto, mas nós continuaremos sendo nós. Ainda bem, que nosso primeiro single ["My Band"] não tem nada a ver com isso.
MAS POLÍTICOS JÁ TE ATACARAM ANTES, IGUAL QUANDO TIVERAM QUE MUDAR "PURPLE PILLS" PARA "PURPLE HILLS" - ISSO INCOMODOU VOCÊS?
SLIM: Isso nos incomodou pra caralho.
BIZARRE: Isso me incomodou. Mas depois que ouvi pequenas crianças cantando, eu preferiria vê-los cantando a versão editada do que a versão suja.
E VOCÊS LUTARAM POR ISSO ATÉ O FINAL?
BIZARRE: Nós perdemos.
SLIM: Assim, nós poderíamos pegar nossas armas e dizer, "Olha, nós vamos deixar 'Purple Pills'". Ai adivinha o que? Não toca nas rádios, não vende cds. Se você quer comer, é isso que tem que fazer. Você muda "pills" para "hills". É a diferença entre "mills (milhões)" e "bills (notas)".
MAS A CONTROVÉRSIA NA MÚSICA PODE PREJUDICAR OU AJUDAR, CERTO? MUITAS VEZES É BOM PARA AS VENDAS.
KON ARTIS: Essa porra já virou moda. É viadagem agora. Você tem um monte de gente fazendo um monte de merda só por fazer. É um cara que só fica zoando todo mundo. 50 já foi nesse caminho com o "How To Rob". Agora é legal para as pessoas fazerem, porque eles acham que a controvérsia vende. É pura babaquice agora. Não é que era antes, quando nós estouramos. O jeito que nós rimávamos, era o jeito que nós sempre rimamos. Então não vimos isso como, "Vamos chegar falando um monte de merda".
SLIM: Quando a gente rimava nos dias do Hip Hop Shop... Tem uma diferença entre estar num lugar onde tem 50 pessoas, e você quer falar pra eles umas linhas que fazem eles dizer "ooh" e "ahh", e quando você vai diante milhões de pessoas e você tá falando sua merda. Depois que você consegue uma gravadora e você tá no auge, você tem que tomar um pouco de cuidado com o que você fala. Então tivemos que seguir esse caminho. Nós fomos empurrados para esse mundo de, "Puta merda! Nós não podemos falar linhas sobre outros rappers que podem ser metáforas e não queremos dizer nada com elas. Isso pode ofender essa pessoa e nós vamos começar uma rixa com essa equipe". Nós não viemos para causar intrigas com ninguém. Há uma diferença entre controvérsia e fudendo com as mentes das pessoas um pouco, e começar rixas com certas equipes sem motivo e tal.
Proof entra no estúdio e diz que quer pizza.
SLIM: [para o Proof]: Há quanto tempo você tá fora da prisão?
Proof está muito ocupado mastigando e não responde.
SLIM: O tempo suficiente para comer a pizza.
Proof se mete em muita confusão, ainda mais em clubes de strip. Vocês já avisaram a ele para ficar longe de clubes de strip?
KON ARTIS: Sim, eu falo, mas depois eu vou. Falando nisso, quero ir ao Hot Tamales hoje à noite.
SLIM: A gente fala pro Proof ficar longe dessas porras de cenas, ponto final. Todo dia a gente pensa se vai receber aquela ligação.
KUNIVA: Às vezes nem são os clubes de strip. Eu acredito nele. Às vezes ele tá só de boa e ele se mete em alguma merda.
PROOF: Só ontem, o meu inquilino apanhou.
KUNIVA: Eles botaram a culpa em você?
SLIM: Uh, nós estamos numa entrevista. [Risos]
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[Agradecimento] Fonte: eminem.com.br
Entrevista: Eminem, Slaughterhouse & Yelawolf [Revista XXL 2011]
Hoje, pela primeira vez, Eminem, Slaughterhouse e Yelawolf sentam-se juntos, no melhor estilo mesa redonda. Eminem vai falar um pouco para os fãs sobre o renascimento da Shady Records.
XXL: Então, você pode nos dizer o que estamos fazendo aqui hoje ?
Royce Da 5'9: Hum, estamos dando uma entrevista para Revista XXL. Slaughterhouse, nosso novo membro da família Yelawolf e esse cara [gesto para Eminem]. O Slaughterhouse apenas assinou o contrato oficialmente com a Shady Records. Já era !
Já era, acabou ?
Joell Ortiz: Agora, pronto. 20 Dólares.
Royce Da 5'9: É isso mesmo.
Eminem: Um adiantamento de 20 dólares.
Royce Da 5'9: Sim, o nosso começo é de 20 dólares. E ele vem direto do seu bolso.
Eminem: Para poder dividir.
Royce Da 5'9: Isso mesmo, para dividir.
Dividir em quatro então? são 5 dólares para cada ?
Royce Da 5'9': Então, tem os impostos ... é o que? Eu não planejava pagar impostos.
Eminem: Não, não é dinheiro.
Parece ser um ótimo negócio. Slaughterhouse e Yelawolf, como é assinar com a Shady ? O que vocês acham que isso significa para o Hip-Hop? ... Joe ?
Joe Budden: Eu não quero ser o primeiro.
Ok, esqueça Joe. Ele que se Foda. Um de vocês, o que significa isso ?
Joell Ortiz: É uma sensação boa por poder colocar lirismo novamente. Alguns dos meus heróis quando eu vi rimar, foram eles: Biggie Smalls, Big L, que descanse todos em paz e Pun-Big. Mano, eles eram apaixonados em juntar palavras e as mensagens que enviam quando estão rimando e são muitos bons com a caneta. Eu sinto que este grupo, Yelawolf e Em, são os cara que vão fazer isso. E é muito bom ver essas paradas voltando novamente.
Vocês sentem o mesmo?
Royce Da 5'9: Sinto que estamos contribuindo para o hop-hop. Nos estamos na verdade é voltando no passado, fazendo o que estamos fazendo agora. Então isso está dando ao hip-hop um equilíbrio.
Não é para humilhar as pessoas que não são letristas, mas por ter um grupo inteiro de pessoas que apenas se concentra nas letras. Eu não pensei sobre o recorde de vendas ainda. A única coisa que estive pensando é de ficar no estúdio e realmente continuar estar com esses caras. E eu acho que as crianças... elas precisam aprender.
Joe Budden: Para adicionar isso, porém, acho que falo por cada um do Slaughterhouse quando eu digo que é mais especial, porque todos nós tivemos grandes problemas, entre aspas, com grandes gravadoras. Então eu acho que é apenas uma competição de vai-e-vem e aspirando os artistas: Se você é fiel ao que você acredita e se você for fiel a si mesmo, é o que digo o tempo todo, o percurso alternativo pode demorar muito mais, mas finalmente, vai chegar ao mesmo legar.
Eminem: Slaughterhouse, é um tipo de duas fases da Shady. A nova geração da Shady Records. E como estamos tentando reconstruir a nossa gravadora. Mas é excitante para o hip-hop, porque todos no grupo é um artista solo, e é assim, todas essas forças se junta para fazer um disco junto, com todas as ideias de todo mundo e todos é bom no microfone, isso é divertido.
E também a ideia de que, se você é forte em alguma coisa, você pode desafiar um ao outro, mais e mais vezes juntos. Que com isso pode ficar cada vez melhor.
Eminem: Todo mundo aqui como um MC é competitivo. Eu acho, Yelawolf está na família, na família Shady, ele vai ouvir o que esses cara então fazendo e querer pisar em cima da sua própria merda. Quando eu ouço esse caras, eu quero fazer uma merda melhor. E quando ouvem uns aos outros, eu acho que provavelmente vai ser um ambiente competitivo, como todos fazem na gravadora. E que é bem melhor para o Hip-Hop.
Onde vocês se encaixam nessas batalhas? Parece que o hip-hop não tem o nível de concorrência do que tinha antigamente.
Royce Da 5'9: Você tem que entender que muita gente quer levar paras ruas. Então é tipo... tem muitas corporações e eles odeiam. Exemplo: Você Bill Gates, e ele poderia odiar o CEO da Oracle. Mas eles fazem uma competição amigável. Considerando que o hip-hop está nas ruas, uma vez que alguém batalha com alguém, pode acabar criando problemas. Eu acho que o problema é isso.
Com o hip-hop temos que encontrar uma maneira de obter esse espírito competitivo de volta e não arrumar brigas e tiroteios de merda.
Joe Budden: Dependendo se você estiver velho do lugar onde veio.
Royce Da 5'9: Essas crianças de hoje em dia elas nem sequer chamá de batalha, elas chamam de "linha reta" e até um tal de "carne* (Sig. Rivalidade)".
Yelawolf: Somando-se a luta e também o regional e cultural. Porque? porque no Alabama, na Geórgia nunca houve nenhuma batalha de rap crescendo. Você sabe como é, era contar histórias, rap nos Cadillac estacionados. Bastava mandar versos e merdas. Ninguém estava indo para lá com metáforas e todas essas outras merda.
Entrevista: Bizarre anuncia saida do D12 e fala sobre Nicki Minaj
Bizarre oficialmente se separou de seu grupo o D12 que tem mais de 15 anos. Eminem anunciou ao HipHopDx na segunda -feira (27 de fevereiro) a saída.
Bizarre também fala sobre o carinho que ele tem com a cantora Nicki Minaj.
HipHopDX: Você está chateado por ter visto Nicki e Lil Wayne se beijando no jogo da NBA All-Star?
Bizarre: Oh que nada, ela pode namorar outros caras, nós temos um relacionamento aberto.
DX: Depois da música "Hey Nicki" e a tatuagem que você tem da Nicki Minaj, qual é o seu próximo passo em seu namoro de Ms. Minaj ?
Bizarre: Uh... o próximo passo eu vou provavelmente tatuar o Justin Bieber na minha bunda. Zuera mano, o próximo passo eu vou lançar um álbum em 30 de março, chamado "This Guy's A Weirdo". É meu presente para meus fãs.
Dx: Agora, eu tenho que perguntar sobre isso, são verdadeiros os rumores de que você realmente saiu do D12 para se junta ao Odd Future ?
Bizarre: [ Risos ] Whoo ! [Risos] Sim,eu não estou mais no D12, Nós tivemos diferenças e decidimos ir em nossos caminhos separados, Bem eu decidi seguir meu próprio caminho, E não estou indo para o Odd Future. Eu tenho meu proprio grupo chamado The Weirdo Movement.
DX: Quer dizer que isso foi apenas uma decisão pessoal de sair do D12 ou foi uma decisão do grupo ?
Bizarre: É uma decisão pessoal da minha parte. Eu acho que esta na hora de criar minha marca.
Dx: O que você pensa sobre eles? Você meio que ajudou a inspirar uma nova geração.
Bizarre: Ah cara. Eles me lembram muito um D12 mais jovem. Eles tem uma energia.
DX: Eu ia perguntar se o Slaughterhouse, afetou o D12, houve isso ?
Bizarre: Eu acho que eles realmente não afetaram. O Slaughterhouse esta fazendo um grande trabalho. E você sabe, eu acho eles uma equipe de alto nível de letristas, e não posso espera para ouvis este álbum.
Dx: Em 24 de fevereiro você twittou "Nick e Bizarre em uma faixa?? Fiquem atento", só quero ter certeza que você estava falando de Nickel Nine e Nick Cannon né?
Bizarre: [Risos] Você sabe o que? Eu fumo muita maconha, então .... mas eu chamei o Royce Da 5'9, ele está no meu novo álbum. Mas acho que eu estava falando da Nicki Minaj. Eu to tentando fazer algo com ele, mas tipo... eu fumo muita maconha, então eu provavelmente falei alguma merda.
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Será o fim do D12 ?
Joell Ortiz do Slaughterhouse da dicas para o sucesso e fala sobre o tempo de escola
O rapper que também faz parte do quarteto de Hip Hop Slaughterhouse, compatilho isso e muito mais durante uma entrevista com a TheMontreality.com .
" Trabalho duro. Colocando o nariz para baixo, com muita raça, trabalho duro", explicou Ortiz ao ser perguntado sobre a chave do sucesso.
O que separa você ? " Não é só talento, é Michael Jordan que cresceu no meu bairro e não trabalhou duro. Ta ligado, então é apenas trabalhar. "
O rapper Também explicou que trabalhando com seus colegas o Slaughterhouse ele acabou sendo incentivado a mudar o seu conteúdo como artista solo.
" trabalhando junto com esses caras: Crooed I, Joe Budden, Royce, eles abrem meus olhos para diversas coisas que eu gostaria de fazer como artista solo" disse Ortiz. " O álbum Yaowa tem sido muito aguardado, mas para mim é como passos de bebê, mas uma vez eu vou fazer este especial ... mas dia 15 de maio o álbum será lançado.
Ortiz também falou sobre seus primeiros anos e revelou que apesar de ser um palhaço da turma, era um pouquinho nerd na escola e até mesmo pulou a 9º série.
"Eu era um extra, extra, extra nerd. Nerd e um palhaço e você sabe do que to falando? Como eu fazia os outros rirem eu ficava em apuros, mas o professor me chamava porque eu sabia a resposta." disse o rapper. " Eu costumava sentar no fundão. Eu gosto de falar, sou uma pessoa falante, tá ligado né ? Mas eu era um cara nerd, Eu passei todos os meus testes com notas altas. Eu nem sequer fiz a 9º série, Fui jogado da 8º para a 10° ."
Slaughterhouse dá detalhes sobre sua estreia pela Shady Records e fala sobre a influência de Eminem
Desde que eles se juntaram para sua primeira música, parece que o Slaughterhouse não conseguiu mais parar. Seu trabalho conjunto levou a um projeto independente de um grupo que ganhou elogios da crítica. Isso levou o grupo a assinar com a Shady Records. Conforme eles preparam os toques finais de sua estreia pela Shady, Welcome To: Our House, eles estão em turnê. Durante suas viagens, eles recentemente pararam para conversar sobre a origem do grupo, a influência do Eminem e porque "ninguém vai bater esse álbum".
Uma vez que o grupo estava formado, seu lançamento independente chamou a atenção de várias pessoas, incluindo Eminem. Isso deu origem a boatos que eventualmente se tornaram verdade quando Eminem assinou o grupo à sua gravadora Shady Records. Com Eminem trabalhando no projeto, Royce explicou que ele aprendeu muito de seu amigo e colaborador.
"Meu enfoque para os álbuns futuros mudou depois que eu vi o que o Eminem está fazendo com as nossas gravações. Ele está mixando tudo. Ele está me ensinando tanto... Isso me deixa animado em fazer meus futuros álbuns."
Este é um sentimento que Crooked I havia comentado há alguns meses atrás em entrevista ao HipHopDX.
"Cada oportunidade que eu tenho de estar em Detroit no estúdio do Eminem, eu estou lá", Crooked disse em dezembro. "Eu quase pensei em comprar um apartamento lá só pra que eu pudesse ir e aprender, e fazer música com o que ele criou. Ele é um puta gênio com essa merda. Tem sido uma grande viagem e espero que a gente possa levá-la por todo caminho."
Eminem trabalhou tão próximo ao grupo que Joell Ortiz disse que ele sente como se o Em fosse o quinto membro do Slaughterhouse neste projeto. Ele então comparou o grupo com o time de basquete de Kentucky, dizendo que ninguém vai ser capaz de superar esse projeto.
"Eu tenho que incluir o Eminem porque ele tem sido como o quinto membro nesse projeto. Agora, nós somos como o Kentucky na competição do March Madness. Você está lidando com cinco profissionais. Ninguém vai bater aqueles caras e ninguém vai bater esse álbum."
--- Everything Is Shady ---
Uma vez que o grupo estava formado, seu lançamento independente chamou a atenção de várias pessoas, incluindo Eminem. Isso deu origem a boatos que eventualmente se tornaram verdade quando Eminem assinou o grupo à sua gravadora Shady Records. Com Eminem trabalhando no projeto, Royce explicou que ele aprendeu muito de seu amigo e colaborador.
"Meu enfoque para os álbuns futuros mudou depois que eu vi o que o Eminem está fazendo com as nossas gravações. Ele está mixando tudo. Ele está me ensinando tanto... Isso me deixa animado em fazer meus futuros álbuns."
Este é um sentimento que Crooked I havia comentado há alguns meses atrás em entrevista ao HipHopDX.
"Cada oportunidade que eu tenho de estar em Detroit no estúdio do Eminem, eu estou lá", Crooked disse em dezembro. "Eu quase pensei em comprar um apartamento lá só pra que eu pudesse ir e aprender, e fazer música com o que ele criou. Ele é um puta gênio com essa merda. Tem sido uma grande viagem e espero que a gente possa levá-la por todo caminho."
Eminem trabalhou tão próximo ao grupo que Joell Ortiz disse que ele sente como se o Em fosse o quinto membro do Slaughterhouse neste projeto. Ele então comparou o grupo com o time de basquete de Kentucky, dizendo que ninguém vai ser capaz de superar esse projeto.
"Eu tenho que incluir o Eminem porque ele tem sido como o quinto membro nesse projeto. Agora, nós somos como o Kentucky na competição do March Madness. Você está lidando com cinco profissionais. Ninguém vai bater aqueles caras e ninguém vai bater esse álbum."
--- Everything Is Shady ---
Yelawolf da entrevista ao site allhiphop.com
O artista do Alabama falou a respeito da sua turnê recente, seu novo EP Slumdom Bridge e sua recente aparição no programa do David Letterman.
O rapper disse que desde o lançamento do seu álbum Radioactive, sua base de fãs anda crescendo em diferentes idades e no estilo diferente de pessoas que vão aos seus shows.
"Nós fizemos essa mesma coisa um ano atrás e voltando, nós esgotamos todos os mesmos lugares, então é um sentimento ótimo. eu sinto como a platéia esta começando a entender as músicas e os fãs que aparecem são bastante loucos", diz Yelawolf.
"Não é só isso, eu vejo que os fãs vem de "pequenos" e até mesmo a galera mais velha, eu estou vendo merda cara, de 15 anos até os 35 anos, todos os tipos de cores e estilos." revela o rapper.
No passado Yelawolf chegou a fazer uma turnê por todas as maiores cidades em todo o EUA, ele também fez o seu caminho sobre o mar para se apresentar na Europa, onde foi acompanhando em seu vlog do youtube chamado, "Yelavision".
"Eu curti muito na europa cara, eu apenas fui lá pela primeira vez para o Hove festival, e ai eu fui para Noruega , então voltei para minha turnê. A primeira parada foi em Londres, nós fizemos até que bem e então nos fomos para as outras cidades e fizemos festivais e toda essa merda. Entao eu voltei com o Wiz na última viajem e foi incrível cara", Yelawolf explica.
O novo trabalho de Yelawolf é seu novo EP com Ed Sheeran, titulado "The Slumdom Bridge", um jogo com o conceito popular do Yelawolf, Slumerican e a famosa London bridge (ponte de londres).
"O que rolou com o Ed Sheeran foi, o pessoal me ligou e disse 'hey esse garoto Ed quer fazer uma EP' e eu disse, 'qual o estilo da musica dele?'. eu nao sabia na verdade como a música iria sair, eu não sabia mesmo, mais eu tava tipo, que se foda, vamos para o estúdio e ver o que acontece." Yelawolf explica.
"Eu literalmente fui para LA e fiz a coisa toda em 1 única noite. Nós apenas vibramos cara, Aquele garoto é coisa a mais, ele toca violão e canta como um bobo, vc sabe, e ele faz rap. Ele tem apenas 21 ou 22 e é impressionante como as pessoas conseguem tão novas. Ele vai florescer bastante como artista, nao tem sombra de dúvidas de onde ele vai estar em 10 anos e ele ta fazendo música clássica agora" Yelawolf continuou.
Por ultimo yelawolf explica sua aparição no programa do David Letterman com o Kid Rock.
"Eu e o kid rock vibramos muito bem cara, ele é o cara e você não pode reenventar a roda e nada ao tocar do sol que ele já não fez musicalmente, e crescendo desde o Hip-Hop, para o Rock e o country, ele é uma lenda., é uma honra dividir o palco com ele cara."
"Estar no programa do Letterman, tem 2 coisas que eu penso, tanto quanto talk shows ou apenas programas de Tv, vá! Desde que as performances ajude com a carreira de alguém - uma é o programa do Letterman e a 2 é o SNL (saturday night live). Eu me lembro de dizer tipo "Peppers esta no Letterman!" ou "Snoop no Letterman!" ou ' Eminem no SNL" eu me lembro de uma performance que o Eminem fez no SNL, então é um que eu acho que tem checar. Sabe minha mãe me chama de super emocional e meu tio buddy, meu empresário. Foi um momento que eu nunca vou esquecer sabe, e eu vibrei e curti bastante o que é importante, e quem sabe eu possa voltar a cantar outra música um dia, um outro nos livros."
domingo, 1 de abril de 2012
Slaughterhouse dá detalhes sobre sua estreia pela Shady Records e fala sobre a influência de Eminem
Desde que eles se juntaram para sua primeira música, parece que o Slaughterhouse não conseguiu mais parar. Seu trabalho conjunto levou a um projeto independente de um grupo que ganhou elogios da crítica. Isso levou o grupo a assinar com a Shady Records. Conforme eles preparam os toques finais de sua estreia pela Shady, Welcome To: Our House, eles estão em turnê. Durante suas viagens, eles recentemente pararam para conversar sobre a origem do grupo, a influência do Eminem e porque "ninguém vai bater esse álbum".
Uma vez que o grupo estava formado, seu lançamento independente chamou a atenção de várias pessoas, incluindo Eminem. Isso deu origem a boatos que eventualmente se tornaram verdade quando Eminem assinou o grupo à sua gravadora Shady Records. Com Eminem trabalhando no projeto, Royce explicou que ele aprendeu muito de seu amigo e colaborador.
"Meu enfoque para os álbuns futuros mudou depois que eu vi o que o Eminem está fazendo com as nossas gravações. Ele está mixando tudo. Ele está me ensinando tanto... Isso me deixa animado em fazer meus futuros álbuns."
Este é um sentimento que Crooked I havia comentado há alguns meses atrás em entrevista ao HipHopDX.
"Cada oportunidade que eu tenho de estar em Detroit no estúdio do Eminem, eu estou lá", Crooked disse em dezembro. "Eu quase pensei em comprar um apartamento lá só pra que eu pudesse ir e aprender, e fazer música com o que ele criou. Ele é um puta gênio com essa merda. Tem sido uma grande viagem e espero que a gente possa levá-la por todo caminho."
Eminem trabalhou tão próximo ao grupo que Joell Ortiz disse que ele sente como se o Em fosse o quinto membro do Slaughterhouse neste projeto. Ele então comparou o grupo com o time de basquete de Kentucky, dizendo que ninguém vai ser capaz de superar esse projeto.
"Eu tenho que incluir o Eminem porque ele tem sido como o quinto membro nesse projeto. Agora, nós somos como o Kentucky na competição do March Madness. Você está lidando com cinco profissionais. Ninguém vai bater aqueles caras e ninguém vai bater esse álbum."
Fonte: Everything Is Shady
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